
Luigi Bedore
Luigi Bedore nasceu aos 10.SET.1858
na via (rua) Altura em Ospedaletto Euganeo, província de Padova, na região de
Veneto no norte da Itália e foi batizado aos 12.SET.1858 na paróquia de
S.João Batista de Ospedaletto sendo seu padrinho Luigi Bresan di Este e
faleceu aos 10.SET.1949 em Genova para onde se mudou no final dos anos 20 ou
começo dos anos 30. É o mais antigo membro da família Bedore com dados
razoáveis para uma singela biografia. É muito provavelmente o 1º Bedore que
pisou em solo brasileiro e é o tronco da primeira família Bedore imigrou para
o Brasil, aonde chegou por duas vezes, a primeira em outubro de 1891 e a
segunda em janeiro de 1892.
Embora seja o tronco da primeira
família Bedore que imigrou para o Brasil, Luigi Bedore retornou para Itália
com sua família anos depois do desembarque, portanto das cinco famílias
Bedore que imigraram para o Brasil, somente as descendentes de (Attilio de
Jaboticabal, Ernesto e Guiseppe) permaneceram e constituíram grande
descendência em solo brasileiro.
Luigi Bedore é o pai do tronco da
segunda família Bedore que se estabeleceu no Brasil (Ernesto Bedore) e irmão
por parte de pai do tronco da terceira família Bedore que se estabeleceu no
Brasil (Giuseppe Bedore).
Era, segundo relatos familiares,
grande artista da construção e tinha razoável situação financeira, tanto que
retornou a Itália por duas vezes.

Elisabetta
Rizzato
Casou-se aos 09.MAR.1886 no Valli
Mocenighe, em Piacenza D’Adige/PD, com Elisabetta Rizzato, nascida aos
20.JUL.1867 em Castagnaro, província de Verona, região de Veneto, filha de
Ferdinando Rizzato e de Maria Cavallaro, nascida aos 05.JAN.1846 ou
18.ABR.1841 em Ospedaletto Euganeo e falecida aos 10.FEV.1928 também em
Ospedaletto com 82 anos.
Luigi Bedore é filho de Giovanni
Battista Bedore “Gio Batta” e de Antonia Moretti, nascida aos 12.MAR.1830 em
Valli Moncenighe/PD e falecida aos 05.JAN.1864 em Ospedaletto, filha de
Francesco Moretti e de Teresa Stevanin.
GIOVANNI BATTISTA BEDORE
(Pai de Luigi e de Giuseppe, e avô de
Ernesto)
Giovanni Battista
Bedore (pai de Luigi e de Giuseppe, o mais antigo membro da família Bedore
biografado, ambos troncos de famílias no Brasil) nasceu aos 13.SET.1827 em
Ospedaletto Euganeo, Gio Batta casou-se em primeiras núpcias com Antonia
Moretti aos 27.SET.1849 em Este na paróquia de Prà di Este e em segundas
núpcias com Anna Crivellaro aos 15.AGO.1864 também em Este na paróquia de
Santa Maria Delle Grazie. A primeira esposa era mãe de Luigi e a segunda mãe
de Giuseppe. Faleceu Giovanni Battista Bedore aos 20.FEV.1907 em Ospedaletto
Euganeo com 79 anos de idade.
Ascendência de Giovanni
Battista Bedore
Gio Batta, diminutivo de Giovanni Battista era filho de Giovanni Maria
Bedore II, nascido aos 23.OUT.1776, e de Lucia Pavanello nascida aos
14.MAIO.1779, filha de Giuseppe Pavanello e de Francesca Mazucca, ambos
naturais de Ospedaletto Euganeo e casados em Este, na paróquia de Santa Tecla
aos 11.OUT.1814, neto paterno de Antônio Bedore, nascido em 1646, já falecido
em 1814 e de Ângela Bontà, filha de Gio Batta Bontà. Giovanni Maria Bedore II
faleceu em Ospedaletto aos 18.OUT.1852 com 76 anos de idade.
Antônio Bedore (avô paterno de Gio Batta- acima) era filho de Gio
Maria, nome abreviado de Giovanni Maria Bedore I, nascido aos 14.JAN.1710 em
Ospedaletto, este filho de Zuane Bedore. Zuane é o mesmo de Giovanni no
dialeto Veneto (ver na nota de rodapé e noutro capítulo a continuação dessa
ascendência).
Luigi Bedore e suas imigrações
Luigi Bedore imigrou pela primeira vez ao Brasil partindo do porto de
Genova aos 18.SET.1891 pelo vapor Washington. Chegou no porto do Rio de
Janeiro aos 06.OUT.1891, com trinta e dois anos e veio sozinho para conhecer
o novo mundo, a fim retornar a Itália para buscar sua família com maiores
seguranças. Aos 10.OUT.1891 chegou de trem a hospedaria dos imigrantes em São
Paulo. Após, aproximados dois meses retornou a Itália para buscar sua
família.
Aos 26.JAN.1892
Luigi Bedore imigrou pela segunda vez para o Brasil desembarcando no porto do
Rio de Janeiro pelo vapor Solferino, desta vez acompanhado de sua esposa,
Elisabetta Rizzato, três filhos: Ernesto, com quatro anos e meio, Teodolinda,
com dois anos e meio e Ermenegildo, com um ano e a família de sua esposa
composta de Ferdinando Rizzato, seu sogro, com 51 anos, Maria Cavallaro, sua
sogra, com 46 anos, seus cunhados Amália, com 21 anos, Giovanni, com 18 anos,
Ângela, com 10 anos e Valentino Queatiani, (sobrenome pouco legível no livro
consultado) com 22 anos, seu cunhado pela certidão do Memorial do Imigrante,
antigo Museu da Imigração e genro de Ferdinando Rizzato, segundo arquivo
nacional do Rio de Janeiro, que consideramos mais correto.
Após pouco mais de um mês, aos
28.FEV.1892 Ferdinando Rizzato acompanhado dos filhos: Amália, Giovanni,
Ângela e Valentino, seu filho ou genro, deram entrada na hospedaria dos
imigrantes em São Paulo. Um dia depois, 29.FEV.1892, Luigi Bedore, sua esposa
Elisa, sua sogra Maria Cavallaro e os filhos: Ernesto e Ermenegildo também
chegaram a Hospedaria dos imigrantes em São Paulo. Teodolinda, filha de Luigi
Bedore, não deu entrada na Hospedaria em São Paulo, provavelmente porque
falecera após o desembarque no Rio de Janeiro, ou ainda durante a viagem,
embora conste seu nome da relação dos imigrantes no vapor. Possivelmente foi
vítima de uma epidemia que deve ter ocasionado a permanência das duas
famílias (Bedore e Rizzato) por pouco mais de um mês no Rio de Janeiro.
Segundo relatos familiares, Luigi Bedore tivera um ou dois filhos falecidos
na viagem de chegada ao Brasil, contudo os documentos encontrados dão conta
da morte de um dos filhos, Teodolinda, provavelmente, logo após o desembarque
no Brasil, ou ainda durante a viagem, embora seu nome conste da relação de
passageiros do navio que chegou ao Brasil; e a outra possível morte, a de
Ermenegildo, na viagem de volta à Itália, pois nada se descobriu sobre seu
paradeiro na Itália.
Após pouco mais de três anos no
Brasil (entre o final de janeiro de 1892, a março de 1895, se considerarmos a
hipótese de Diamante ter nascido em Aulla, na Itália) ou após, no máximo,
seis anos no Brasil (entre janeiro de 1892 a 1897, ano do nascimento de
Angela Bedore, primeira filha do casal nascida em Ospedaletto após o retorno
do Brasil; se considerarmos que Diamante tenha nascido no Brasil, conforme
consta na sua certidão de casamento em Ospedaletto, onde consta “natural da
América”) a família de Luigi e Elisabetta retornou a Ospedaletto Euganeo,
após ter morado, segundo relatos familiares, também em Atibaia e segundo
descobrimos em Campinas, no distrito de Sousa.
Em Ospedaletto Euganeo, após o
retorno do Brasil nasceram mais sete filhos do casal. Não descobrimos a data
e local de falecimento de Elisabetta Rizzato na Itália; sabemos somente que
ainda vivia em 1909 e que já era falecida em 1936. Como encontramos a
certidão de óbito de Maria Cavallaro em Ospedaletto Euganeo, concluímos que a
família Rizzato também retornou para Itália, provavelmente junto com a
família Bedore.
Luigi Bedore faleceu aos
18.SET.1949 com 91 anos de idade em Genova/GE, cidade para onde a família
Bedore mudou-se provavelmente na segunda ou terceira década do século passado
(entre 1916 a 1930). Está sepultado no cemitério staglieno.

Descendentes de Luigi Bedore e
Elisabetta Rizzato
Do casal Luigi Bedore e Elisabetta Rizzato descendem doze
filhos:
Capítulo 1º Ernesto Bedore (Tronco
da 2ª família Bedore que se estabeleceu no Brasil)
Capítulo 2º Teodolinda Bedore
Capítulo 3º Ermenegildo Bedore
Capítulo 4º Ida Bedore
Capítulo
5º Diamante Bedore
Capítulo
6º Angela Bedore
Capítulo
7º Ettore Bedore
Capítulo
8º Angela Bedore II
Capítulo
9º Giuseppe Bedore
Capítulo
10º Maria Bedore
Capítulo
11º Ugo Bedore
Capítulo
12º Giuseppe Bedore II

Ernesto
Bedore
CAPÍTULO 1º
Ernesto Bedore
Ernesto Bedore, ver
adiante, breve biografia e descendência.
CAPÍTULO 2º
Teodolinda Bedore
Teodolinda Bedore, nascida aos
03.MAR.1889 em Ospedaletto Euganeo e falecida provavelmente entre os meses de
janeiro a fevereiro de 1892, durante a viagem ao Brasil ou logo após seu
desembarque em 26.JAN.1892 no porto do Rio de Janeiro.
CAPÍTULO 3º
Ermenegildo Gregório Bedore
Ermenegildo Gregório Bedore,
nascido aos 25.OUT.1890 em Ospedaletto Euganeo/PD e faleceu no Brasil ou mais
provavelmente durante a viagem de retorno a Itália.
CAPÍTULO 4º
Ida Bedore
 
Ida
Bedore em duas fotos
Ida Bedore, nascida aos
13.MAR.1893 no arraial de Sousas, distrito de Campinas/SP, durante a estada
de sua família no Brasil (1892 a 1894 ou 1897). Foi batizada por Marco
Procadello e Amália Rizzato, esta provavelmente sua tia. Casou-se com
Pasquino Bergamini, segundo relatos familiares, casou duas vezes e não deixou
descendentes. Ida faleceu aos 16.DEZ.1958 em Genova com 65 anos de idade,
após sete dias do falecimento de seu irmão Ettore. Não deixou descendentes.
Está sepultada no cemitério de staglieno.
CAPÍTULO 5º
Diamante Bedore

Elisabetta
Vacca, Diamante Bedore, Roberto Vacca e Leopoldo Vacca
Diamante Bedore, nascida aos
18.ABR.1895 em Aulla/MS, Província de Massa Carrara, na região da Toscana,
segundo sua certidão de óbito expedida em Genova o que nos faz deduzir que
veio a nascer quando sua família deveria estar a caminho da cidade de
Opedaletto após desembarcar no porto de Genova recém chegada do Brasil (esta
informação não foi confirmada pela comune de Aulla/MS). Todavia, sua certidão
de casamento consultada na Paróquia de Ospedaletto nos informa que Diamante
era natural da América (Brasil). Casou-se aos 30.OUT.1915 em Ospedaletto
Euganeo com Leopoldo Vacca, que segundo relatos familiares era chefe de uma
estação de trens em Genova, nascido aos 06.MAIO.1891 em Vietri Sul Maré,
Província de Salermo e falecido aos 27.MAIO.1977 em Genova. Diamante faleceu
aos 03.MAIO.1969 em Genova com 74 anos de idade, está sepultada, juntamente
com seu marido e sua filha Elisa no cemitério coronata em Genova. Teve:
Nº 01 Elisabeta Vacca,
nascida aos 27.SET.1916 em Este/PD e falecida aos 06.ABR.1941 em Genova com
24 anos de idade. Faleceu solteira e sem descendentes e está sepultada no
cemitério coronata.
Nº 02 Roberto Vacca, nascido
provavelmente na segunda década do século passado era advogado, sem
informações.
CAPÍTULO 6º
Ângela Bedore
Angela Bedore, nascida aos
24.08.1897 em Ospedaletto Euganeo e aí falecida aos 04.09.1897.
 
Ettore
Bedore e sua esposa Emilia Montanari
CAPÍTULO 7º
Ettore Bedore
Ettore Bedore,
nascido aos 14.AGO.1898 em Ospedaletto Euganeo/PD. Casou-se aos 17.OUT.1931
em Genova com Emilia Montanari, nascida aos 16.JUL.1906 em Genova e aí
falecida em 1985. Era motorista de táxi em Genova. Ettore faleceu aos
09.DEZ.1958 em Genova com 60 anos de idade, está sepultado no cemitério
staglieno. Deixou único filho:

Da esq.
p/ dir. Uma cunhada de Ettore, Ida, o patriarca Luigi, Emilia Montanari e seu
esposo Ettore Bedore e a criança à frente Flávio
Nº 01 Flavio Luigi
Bedore, nascido aos 26.SET.1932 em Genova/GE aí casou-se aos 25.MAR.1968 com
Ilda Gregorini, viúva do senhor Buongirolami com quem teve uma filha:
Donatella Buongirolami, nascida em Milão aos 20.MAR.1960 e residente em
Genova. Ilda Gregorini faleceu aos 21.FEV.1998 também em Genova. Flávio Luigi
Bedore faleceu aos 21.JUL.1983 em Genova com 51 anos de idade, sem deixar
descendentes e está sepultado no cemitério velho da cidade de Sesto San
Giovanni, na grande Milano, na cripta da família de sua esposa.
CAPÍTULO 8º
Ângela Bedore II
Angela Bedore II, nascida aos
23.JUN.1900 em Ospedaletto Euganeo. Sem informação, provavelmente faleceu
menor.
CAPÍTULO 9º
Giuseppe Bedore
Giuseppe Bedore, nascido aos
23.NOV.1901 em Ospedaletto Euganeo e aí falecido aos 23.OUT.1902.
CAPÍTULO 10 º
Maria Bedore
Maria Bedore, nascida aos
18.FEV.1904 em Ospedaletto Euganeo e aí falecida aos 04.JAN.1905 na via (rua)
Tresto, portanto, muito provavelmente o casal Luigi Bedore e Elisabetta
Rizatto moraram na via Tresto do município de Ospedaletto.
CAPÍTULO 11º
Ugo Bedore

Ugo
Bedore
Ugo Bedore, nascido aos
20.ABR.1905 em Ospedaletto Euganeo. Casou-se com Annunciata Sperati, aos
03.MAIO.1936 em Genova onde veio a falecer aos 06.JUL.1987. Ugo era cantor de
música lírica em Genova, segundo relatos familiares, e artista segundo sua
certidão de óbito. Ugo faleceu aos 11MAIO.1961 no hospital San Martino em
Genova com 56 anos de idade, ambos sepultados no cemitério staglieno. Não
deixou descendentes.
CAPÍTULO 12º
Giuseppe Bedore II
Giuseppe Bedore II, nascido aos
04.FEV.1909 em Ospedaletto Euganeo e falecido aos 24.JUN.1909.
CAPÍTULO 1º
Ernesto Bedore
Ernesto Bedore, tronco da
segunda família Bedore que se estabeleceu no Brasil e primogênito do primeiro
Bedore que imigrou para o Brasil – Luigi Bedore. Nasceu aos 22.MAR.1887
em Ospedaletto Euganeo/PD e foi batizado na paróquia de S. Giovanni Battista
com o nome de Ernesto Giuseppe Federico Bedore. Imigrou pela primeira
vez ao Brasil com seus pais e irmãos, onde viveu entre 26.JAN.1892 a março de
1895 ou, no máximo 1897, ou seja, por pouco mais de três anos ou no máximo
seis anos. De volta a Itália, segundos relatos familiares, quando jovem foi
morar na Alemanha, onde exerceu sua profissão de construtor, trabalhando numa
reforma de um convento ou mosteiro.
Ao retornar para Itália casou-se
aos 01.MAR.1908 em Ospedaletto Euganeo/PD com Virginia Basso, nascida aos
04.AGO.1886 em Este/PD e batizada em Ospedaletto Euganeo aos 08.AGO.1886,
filha de Domenico Basso e de Amália Visentin, neta paterna de Matteo Basso e
de Maria Fedre e neta materna de neta materna de Luigi Visentin e de Maria
Valenti (ver Título Basso).
Cinco anos após casar-se, Ernesto
Bedore voltou ao Brasil com sua família (esposa e dois filhos: Maria e
Achille), imigrando-se, portanto, pela segunda vez aos 12.JUN.1913, partido
do porto de Genova pelo vapor Re Vitório.
No Brasil, Ernesto morou em várias
cidades como: São Carlos, Bauru, Penápolis e Pirajuí, até estabelecer-se
definitivamente em Getulina/SP no início da década de trinta.
Em Getulina, além de exercer sua
profissão de construtor, Ernesto também adquiriu uma propriedade rural (uma
pequena fazenda) no bairro de Gavanherí e dedicou-se principalmente ao
cultivo de café.
Ernesto Bedore faleceu subitamente
aos 23.MAIO.1957 em sua propriedade em Getulina com 70 anos de idade. Bem
antes de sua morte, a maioria de seus filhos não mais residiam em Getulina,
razão pela qual decidiu-se, após sua morte, vender a propriedade da família,
passando então, a viúva, Virginia Basso, a morar com vários de seus filhos,
vindo a falecer na casa de sua filha caçula em São Paulo, capital, aos
26.OUT.1972 com 86 anos de idade.

Virginia
Basso e Ernesto Bedore
Do casal
Ernesto Bedore e Virgínia Basso, descendem nove filhos, sendo os três
primeiros nascidos em Ospedaletto Euganeo/PD e os demais em cidades do Estado
de São Paulo. São eles:
Nº 01 Maria Bedore in
Sellari
Nº 02 Gersomi Bedore
Nº 03 Achile Bedore
Nº 04 Ugo Bedore
Nº 05 Gino Bedore
Nº 06 Dias Bedore
Nº 07 Joaquim Bedore
Nº 08 Oscar Bedore
Nº 09 Ida Bedore in
Sellari

Maria Bedore Sellari
Nº 01 Maria Bedore
Sellari, primeira filha do casal Ernesto e Virginia, nascida aos
15.JAN.1909 em Ospedaletto Euganeo, casada no Brasil com Domingos Sellari,
italiano natural da Calábria, nascido aos 05.MAIO.1905 e falecido em Getulina
na década de setenta. Faleceu Maria aos 26.DEZ.1991, com quase 83 anos de
idade em Getulina, pouco mais de três meses após o falecimento de seu irmão
Hugo. Encontra-se sepultada no Cemitério Municipal de Getulina. Teve cinco
filhos:
1.1. Inês, nascida em
Getulina em 1930, casada em primeira núpcias com Isac Soares de Oliveira,
falecido e em segunda núpcias com João Valentin, residente em Conchas/SP.
Teve:
2.1.
Néusa, casada com José Lourenço de Souza, residente em Biritiba-Mirim/SP.
Teve:
3.1.
Elizandra, casada com Paulo.
3.2.
Vanesa.
3.3.Everton.
2.2.
Neide, c.c Joaquim dos Anjos Miguel, residente em São Paulo. Teve:
3.1.
Anderson.
3.2.
Alberto.
3.3.
Adriano.
2.3.
Neuza, casada com Paulo Manoel de Lima, residentes em Conchas/SP. Teve:
3.1.
Andressa.
3.4.
Neiva, casada com Carlos Estevam Rodrigues, residentes no bairro da Penha em
São Paulo. Teve:
3.1.
Tamires.
1.2 Abílio, nascido
em Getulina aos 22.FEV.32, casado com Nelze Auguste Oliveira Sellari,
pedreiro e construtor aposentado, reside desde 1989 em Tuiuti/SP, onde possui
uma propriedade rural. Teve:
2.1.
Suzete, nascida em 1954, viúva, residente na Praia Grande/SP. Teve:
3.1.
Jhulis, nascido em 1986;
3.2.
Juliana, nascido em 1989.
2.2.
Marlene, nascida em 1956, viúva, dentista e bio-médica, residente em
Cotia/SP.
2.3
Nizete, nascida em 1959, formada em turismo, solteira, residente em São
Paulo;
2.4.
Lilian Margarete, nascida em 1962, química, solteira, residente na Praia
Grande.
1.3. Florinda,
nascida em 1935, residente em Getulina fora casada com Alcides Viviani,
nascido aos 28.AGO.1930 e falecido aos 19.ABR.2002, sendo sepultado no túmulo
de Ernesto Bedore no cemitério municipal de Getulina/SP. Teve:
2.1.
Vanderlei, casado com Sueli Aparecida Scalone. Teve:
3.1.
Soila.
3.2.
Daniela.
2.2.
Vanderli, solteiro.
2.3.
Ivonete Viviani, casada com Ailton Caldino da Silva.
2.4 Tânia
Maria, casada com Agnaldo Regiani. Teve:
3.1.
Fabiano
3.2.
Fernanda (gêmeos).
1.4. Diolinda, casada
com Anésio Galdino da Silva, comerciante, residentes em Getulina/SP. Teve:
2.1.
Silvia, divorciada, residente em Getulina/SP. Teve:
3.1.
Fernando, nascido em 1982.
3.2.
Odair, comerciante, divorciado, residente em Getulina/SP. Teve:
4.1.
Fabriza Olímpia.
1.5. Helena, falecida
em Getulina com 17 anos, sem descendência, onde encontra-se sepultada.
Nº 02 Gersomino
Stefano Romolo Bedore, nascido aos 22.MAIO.1911 em Ospedaletto Euganeo/PD
e aí falecido aos 15.OUT.1911 com quase cinco meses na via Altura. Diz a
tradição oral familiar que Gersomino morreu de tanto chorar, após ter sido
deixado aos cuidados de uma empregada que deixou-o sozinho.

Achille Bedore
Nº 03 Achille
Bedore, tronco da famíia em São Paulo, nascido aos 06.OUT.1912 em
Ospedaletto Euganeo. Casou-se no Brasil com Benedita Fernandes de Lima,
nascida aos 28.MAIO.1915 em Mocooca/SP e falecida aos 03.MAR.03.2002 em São
Paulo. Achille faleceu aos 11.JUL.1978 em São Paulo com quase 66 anos de
idade e está sepultado no cemitério da Saudade de São Miguel Paulista. Teve
sete filhos:
1.1 Rau Bedore,
nascido em Lins/SP aos 04.ABR.34 e falecido solteiro aos 27.AGO.1985 com 51
anos de idade, sem descendência.

Arthur Bedore em frente à casa que pertenceu a família de Domenico
Basso , entre Este e Ospedaletto, perto Della Torre
1.2. Arthur Bedore,
nascido em Getulina/SP aos 20.NOV.35, solteiro, aposentado da Eletropaulo,
residente em São Paulo, sem descendência. Esteve com Adriano Bedore visitando
toda Itália, inclusive Ospedaletto Euganeo, terra natal de seu pai em
2002/03/04 e também em 2005.

Os primos Luiz, Arthur, Isaias, Paulo, Odair, Osvair e Elias em
Igaratá/SP em 2003
1.3. Luiz Bedore,
nascido em Getulina em 1937, aposentado da Eletropaulo, viúvo de Esmeralda
Perez, falecida em novembro de 1997, residente na Vila Ema em São Paulo.
Teve:
2.1.
Rosimeiri, nascida em 1966, funcionária da Eletropaulo, divorciada. Teve:
3.1.
Gabriela, nascida em 1989;
3.2.
Giovana, nascida em 1996.
2.2.
Rodinei, solteiro.
1.4. Irene Bedore,
nascida em Londrina/PR em 1942 com Carlos Nunci, residente em São José dos
Campos/SP. Teve:
2.1.
Elaine, solteira, bibliotecária, funcionária da Embraer, residente em São
José dos Campos.
2.2
Eliana, c.c João Márcio, residente em Guarulhos/SP. Teve:
3.1.
João Henrique, nascido em 1996.
2.3.
Carlos Nunci Júnior, nascido em janeiro de 1969, solteiro, residente em São
José dos Campos/SP.
1.5. Ilde Bedore,
nascida em 1949 em Adamantina e registrada em Getulina, casada aos
28.SET.1968 na Penha com Antônio de Andrade, nascido aos 07.JUL.1947 e
falecido aos 20.JUN.2005. Ilde reside na Vila Ré em São Paulo. Teve:
2.1.
Antônio Marcos, nascido em fevereiro de 1970, funcionário dos correios.
2.2.
Ronaldo, nascido em 1972.
2.3.
Rogério, nascido em 1977, bancário, acadêmico de ciências da computação.
1.6. Isaias Bedore,
nascido em 1950 em Getulina, casado aos 05.OUT.2000 com Débora Lourenço da
Silva. Isaias é aposentado da Eletropaulo e residente em São Paulo.
1.7. Elias Bedore,
nascido em 1952 em Getulina, divorciado, e aposentado da Eletropaulo. Teve:
2.1
Eduardo Prieto Bedore, nascido em 11.MAR.1977, solteiro, acadêmico de
direito.
 
Hugo Bedore e sua esposa Maria Barros
Nº 04. Hugo Bedore, nascido em São Carlos aos 25.SET.1914, foi o primeiro filho nascido
no Brasil. Casado com Maria Barros, nascida em maio de 1917 em Pirajuí/SP.
Faleceu Hugo aos 18.SET.1991 em Araçatuba/SP com 77 anos de idade, na cidade
onde residia, sendo sepultado no Cemitério Municipal de Lins/SP. Teve um
único filho:
1.1 Nelson Barros
Bedore, tenente reformado do exercito, solteiro, nascido aos 23.JAN.1942, sem
descendência. Reside com sua mãe em Lins/SP.

Oscar, Iride e Gino Bedore
Nº 05 Gino Bedore,
tronco da família em Lins/SP é o mais velho dos Bedore descendentes de
Ernesto, nascido aos 13.AGO.1917 in Bauru/SP, aposentado, casado em
Cafelândia/SP com Maria Bunija Rodrigues, filha de espanhóis, residentes em Lins.
Teve quatro filhos:
1.1 Aparecida Bedore
Gardinal, nascida em 1941, casada com Mário Gardinal, advogado e contador,
falecido aos 16.FEV.2003, residente em Lins. Teve:
2.1 Mário
Luiz Gardinal, advogado, casado com Andréa, residentes em Lins/SP. Teve:
3.1.
Mário Victor, nascido em 1994.
3.2.
Aline, nascida em 1996.
1.2. Oswaldo Bedore,
nascido em 1944, casado com Ivone de Andrade, faleceu aos 02.OUT.2000 em
Lins/SP onde residia com 56 anos de idade. Teve:
3.1
Marcelo.
3.2 Milena.
1.3. Paulo Bedore,
casado com Ernesta Borghetti, residente em Marília/SP, bancário, nascido em
30.MAIO.1952 e falecido subitamente aos 13.AGO.1996 c. 44 anos de idade em
Marília onde encontra-se sepultado. Teve:
2.1
Renata, médica veterinária, casada com Rogério Moretti Fioroni. Teve:
3.1.
Lucas, n. aos 07.JUL.23003
2.2
Guilherme, fisioterapeuta, c.c Thais Garcia Barrinha Pires. Teve:
3.1.
João Pedro P. Bedore, n. aos 24.MAR.2002.
3.2.
Isabele P. Bedore, n. aos 27.JUL.2004.
1.4. Sérgio Bedore,
nascido em 1952, solteiro, reside com seus pais em Lins, sem descendência.

Iride, Creusa, Oscar e Dias Bedore
Nº 06 Dias Bedore,
tronco da família em São Caetano/SP, nascido aos 28.FEV.1920 em Penápolis/SP,
faleceu com 83 anos e oito meses aos 20.OUT.2003 em São Bernardo dos
Campos/SP, sendo sepultado no cemitério Municipal de São Miguel Paulista na
grande São Paulo. Casou-se em Getulina aos 04.JUL.1947 com Maria Aparecida.
Foi “pracinha” da Força Expedicionária Brasileira; embarcou para Itália em
1944 no 1º Escalão da Força Expedicionária Brasileira - FEB, na qualidade de
soldado. Pelos relevantes serviços prestados à Pátria, no cumprimento do
dever cívico, foi condecorado com Medalha de Campanha e respectivo diploma. Foi
recebido em Getulina no retorno da expedição brasileira na Itália com grande
e memorável festa, mudando-se da cidade muitos anos depois. Residente em São
Caetano/SP. Teve três filhos:
1.1. Neusa Bedore,
nascida em 1948, casada com Edirso Moro. Teve:
2.1.
Rodrigo Moro, acadêmico de direito.
2.2.
Tatiane Kelly Moro, acadêmica de direito, n. aos 02.JUN.1981.
1.2. Rubens Bedore,
nascido em 1951, casado com Rute Zia, residente em São Caeteno/SP. Teve:
2.1.
Roberta, nascida em 1981.
2.2.
Renata, nascida em 1981 (gêmeas), acadêmicas de administração e ciências
contábeis.
1.3. Creusa Bedore, nascida aos
21.MAIO.1953, casada, residente em São Caetano/SP. Teve:
2.1.
Eduardo Pavão, nascido aos 21.JUN.1987.
Nº 07 Joaquim
Bedore, nascido em 1922 em Pirajuí/SP e falecido em Lins/SP em 1941, com
19 anos de idade, tendo sido sepultado naquela cidade, sem geração.
Nº 08 Oscar
Bedore, tronco da família em Atibaia/SP, ver adiante, breve
biografia e descendência.

Oscar Bedore convalecente de um avc e sua irmã caçula Ida Bedore
Sellari
Nº 09 Ida Bedore
Sellari, nascida aos 12.OUT.32 em Getulina/SP, casada com Dionísio
Sellari, primo de Domingos Sellari, que casou-se com sua irmã mais velha,
Maria Bedore Sellari, falecido em 1976 em São Paulo; residente na Vila
Talarico em São Paulo, capital. Teve uma única filha:
1.1. Damares Sellari
Espósito, nascida em 1962, professora, casada com Paulo Sérgio Espósito,
Engenheiro, residentes em São Paulo, capital. Teve:
2.1.
Alan, engenheiro, nascido em 1980.
2.2. Renan, nascido aos 09.MAIO.1986, acadêmico de marketing da USP.

Adriano, Iride, Oscar e Janaina na cerimônia de bodas de ouro
Nº
08 Oscar Bedore,
tronco da família em Atibaia/SP, nascido aos 04.ABR.24 em Pirajuí/SP foi
pedreiro e construtor civil, atividade que exerceu por longos anos, até
mesmo, após seu ingresso e posterior dedicação ao Ministério Evangélico.
Morou em Getulina desde o começo da década de 30, onde passou sua infância,
mudando-se já casado e com seu primeiro filho, Osvair, recém nascido, para
São Paulo no final de 1945 ou começo de 1946 a procura de melhores condições
de trabalho. Com exceção de seu irmão Dias que deixou Getulina para
participar da 2ª guerra mundial na Itália, Oscar foi o primeiro dos irmãos
que deixou Getulina em direção a São Paulo sendo seguido posteriormente pelos
irmãos, Achille e Hugo, que também moraram em Londrina/PR, bem como de outros
membros da família Bedore que também deixaram Getulina.
 
Oscar Iride casando-se e na melhor idade
Casou-se aos 29.JUL.1944 em Getulina/SP com Iride Bacchiega, nascida
aos 04.SET.1923 em São José do Rio Preto e falecida aos 11.JAN.1997 em
Atibaia; filha de José Bacchiega, (ver Título Bacchiega) e de Ida Bassi (ver
Título Bassi).
Em São
Paulo o casal Oscar e Iride residiram principalmente no bairro da Penha, onde
em 1948 já haviam construído sua casa, tendo nascido na capital do Estado
seus filhos: Maria Helena, Odair e Paulo. Em 1951/2 Oscar converteu-se a
doutrina Evangélica, meses após a conversão de sua esposa. Logo após, já
ocupava na Congregação da Igreja Assembléia de Deus do bairro da Penha em São
Paulo, capital, várias funções litúrgicas da igreja, tendo sido membro
fundador da Igreja em Curuça, região de São Miguel Paulista. Em março de 1954
foi convidado pela direção estadual da Igreja para dar início ao trabalho de
evangelização no sul do Estado de Minas Gerais. A Assembléia de Deus é um
ministério evangélico fundado no Brasil na primeira década do século passado,
por missionários suecos e hoje reúne o maior número de templos e fiéis entre
os evangélicos pentecostais no Brasil.
Conjuntamente
com sua esposa decidiu aceitar o convite e dedicar-se ao trabalho religioso,
como pioneiro na evangelização no sul de Minas Gerais.
Em 1954
mudou-se então provisoriamente para Camanducáia/MG e logo em seguida
estabeleceu-se definitivamente em Cambuí/MG, onde fundou o trabalho de
evangelização. Foi de sua iniciativa a idealização e construção da primeira
Igreja “Assembléia de Deus”, na cidade de Cambuí, bem como nas cidades
vizinhas. Permaneceu naquela cidade até 05.DEZ.1964, ou seja, por dez anos.
Em Cambuí, após anos de dedicação ao trabalho evangélico, tornou-se pessoa
muito respeitada e querida na cidade, tanto no meio evangélico como no meio
social. Também em Cambuí nasceram seus dois últimos filhos: Marcos e Gerson.

Certificado de Ordenção à Pastor Evangélico de Oscar Bedore
Em
05.MAIO.59 foi ordenado (consagrado) a Pastor em Madureira, Rio de
Janeiro/RJ, sede nacional da Igreja. Em 05.DEZ.64 foi transferido para a
cidade de Atibaia, onde permaneceu, nesta primeira fase até 1971. Também
idealizou e construiu o templo desta Igreja em Atibaia, local onde ainda hoje
abriga a sede da região de Atibaia, localizado na Praça Piu XII, na principal
entrada da cidade. Nesta praça, Oscar também morou por alguns anos, bem como,
sua mãe Virginia Basso e sua sobra Ida Bassi. Em Atibaia também exerceu a
função de Comissário de menores por vários anos. Em 1972 foi transferido para
Pirassununga/SP, onde permaneceu até meados de 1974, ficando aproximadamente
dois anos e meio naquela cidade, para onde transferiu-se somente com a esposa
e o filho mais novo, Gerson, pois os demais decidiram permanecer em Atibaia,
cidade que escolheram para viver e constituir suas famílias. Em meados de
1974 transferiu-se para a cidade de Jaboticabal/SP, permanecendo lá até
22.DEZ.74, ou seja, por menos de um ano. Em 23.DEZ.74 Oscar voltou para
Atibaia depois de três anos da sua primeira estada e em primeiro de março do
ano seguinte (75), tomara posse novamente como pastor Presidente da região.
Oscar
Bedore, permaneceu à frente da Igreja em Atibaia e região, como Pastor
Presidente até 14.FEV.95, quando em virtude de um AVC popularmente chamado de
derrame ocorrido em 13 de janeiro daquele mesmo ano, ficou impossibilitado de
permanecer na frente do trabalho por problemas de saúde (perdeu sua fala).
Portanto o Pastor Oscar Bedore permaneceu, por vinte e sete anos como Pastor
Presidente em Atibaia, sete anos na primeira fase e vinte anos na segunda,
totalizando 41 anos de trabalho como dirigente evangélico, sendo por quase 36
anos como Pastor. Foi juntamente com seus filhos um dos primeiros moradores
do Bairro Jardim Brasil em Atibaia, no final da década de 60. Oscar Bedore
faleceu às 21:45 h. do dia 09.MAIO.2004 na Unidade de Terapia Intensiva após
vários período de internação no Hospital Novo durante todo o ano de 2004.
 
Da esq. p/ dir. Sônia, Odair, idalina, Marcos, Joana, Gerson, Izilda,
Paulo, Eva e Osvair
Do casal
Iride Bachega e Oscar Bedore, descendem seis filhos:
1.1 Osvair Bedore,
nascido aos 02.MAIO.1945 em Getulina/SP. Foi funcionário da Sabesp, empresa
estatal responsável por quase todo abastecimento de água no Estado de São
Paulo, desde 1974. Casou-se com Eva Franco Bedore, natural de Atibaia aos
04.JAN.1974, filha de José Franco e Joana Miguel de Camargo, já falecidos.
Mora no bairro Jardim Brasil em Atibaia. Teve:
2.1
Alisson Bedore, nascido aos 23.DEZ.1974 em Atibaia, advogado.
2.2.
Evelyn Bedore, nascida aos 19.JAN.1977 em Atibaia, funcionária pública
Municipal, acadêmica de administração de empresas da FAAT.
2.3.
Aline Bedore, nascida aos 25.MAR.1981 em Atibaia, aí casou-se em dezembro de
2000 com Márcio Roberto Fukuyama. Teve:
3.1.
Vinicius Bedore Fukuyama, nascido aos 04.JUL.2001.
2.4.
Rodrigo Franco Bedore, nascido aos 20.MAIO.1982 em Atibaia.
1.2. Maria Helena
Bedore, nascida aos 13.AGO.1947 em São Paulo e aí falecida aos 13.SET.1948
com 13 meses de idade, estando sepultada no cemitério da quarta parada.
1.3. Odair Bedore,
ver adiante, breve biografia e descendência.
1.4. Paulo Bedore,
nascido aos 03.AGO.52 no bairro da Penha em São Paulo. Casado aos 20.DEZ.1975
com Izilda Carvalho Bedore, natural de Atibaia, filha de Benedito José de
Carvalho e de Rosália de Moraes de Carvalho. Aposentado da Elektro, antiga
“Cesp”, onde foi funcionário desde 1981. Residente no Bairro Jardim Brasil.
Teve:
2.1.
Sabrina de Cássia Carvalho Bedore, nascida aos 31.MAR.1977 em Atibaia.
Professora primária e de educação física. Casou-se em 2000 com Ricardo
Batista Zeni, engenheiro civil, natural de Atibaia. Teve:
3.1.
Lucas César Bedore Zeni, nascido aos 24.JUL.2000.
3.2.
Nicolas Bedore Zeni, nascido aos 24.MAR.2005.
2.2. Samanta Carvalho
Bedore, nascida aos 11.FEV.1980 em Bragança Paulista/SP, enfermeira e
funcionária pública Municipal. Morou por algum tempo em Cavallino di Venezia
na Itália.
2.3.
Samara Carvalho Bedore, nascida aos 30.ABR.1982 em Bragança Paulista/SP,
professora e pedagoga. Teve:
3.1
Paloma Bedore Louro, nascida aos 16.JUN.1997.
1.5. Marcos Bedore,
nascido aos 06.JUN.1954 em Cambuí/MG, provavelmente o primeiro Bedore nascido
no Estado de Minas Gerais. Casado com Idalina Alves de Oliveira, natural de
Atibaia, filha de Sebastião Alves de Oliveira e de Faustina Siqueira de
Oliveira. Comerciante e pecuarista em Atibaia. Residente no bairro Recreio
Estoril em Atibaia. Teve:
2.1
Marcos Paulo Bedore, nascido aos 07.SET.1975 em Atibaia e aí casou-se com
Amábile Aparecida aos 30.MAR.2001, comerciante, residente no bairro Recreio
Estoril. Teve:
3.1.
Vitória, nascida 20.ABR.2004.
2.2.
Daniel Bedore, nascido aos 20.JUL.1980.
2.3.
Fernando Henrique Bedore, nascido aos 25.DEZ.1982. Casou-se com Tânia
Fragoso. Teve:
3.1.
Pedro Henrique Fragoso Bedore, nascido aos 13.FEV.2001 em Atibaia.
2.4.
Denis Lucas Bedore, nascido aos 14.MAIO.1987.
1.6. Gerson Bedore,
nascido aos 05.DEZ.1960 em Cambuí/MG. Casado em primeira núpcias com Joana
D’arc Escorpione e em segunda núpcias com Rosangela Serra. Técnico em química
e micro empresário do ramo de transporte, proprietário da “TransBedore”.
Residente no Bairro Jardim Brasil. Teve dois filhos com a primeira esposa e
um com a segunda:
2.1 David
Bedore, nascido aos 11.NOV.1982.
2.2.
Débora Bedore, nascida aos 18.DEZ.1985.
2.3. Estevan Serra
Bedore, nascido aos 08.SET.1999.
1.3. Odair Bedore,
nascido aos 05.AGO.1950 no bairro da penha, em São Paulo, capital. Casou-se
em Atibaia aos 26.ABR.1973 com Sônia Maria de Carlos Bedore, nascida aos
07.JAN.1953 em Atibaia. Filha de Roberto De Carlo, e de Julieta Freitas De
Carlo.
Foi comerciante do
ramo de pastelarias e posteriormente lotérica, além de outras atividades
ligadas ao comércio e prestação de serviços. É técnico em química e cursou
até o terceiro ano da faculdade de direito.
Ingressou na política
partidária em 1977 filiando-se ao MDB (Movimento Democrático Brasileiro),
sendo em 1979 um dos fundadores do PP (Partido Popular) do saudoso
ex-presidente da República Tancredo de Almeida Neves em Atibaia, partido que em
1980 fundiu-se com o MDB, resultando no hoje, PMDB (Partido do Movimento
Democrático Brasileiro). Em 21.JUN.1990 filiou-se ao PSDB (Partido da Social
Democracia Brasileira) retornando ao PMDB um ano e oito meses depois aos
24.FEV.1992, disputando assim todas as seis eleições, sempre pelo PMDB.
Foi Conselheiro do
Clube “Grêmio Esportivo Atibaiense” de 1978 a 1995, do qual é sócio desde
20.SET.1968, sendo sócio remido desde 1995, foi eleito presidente do Clube em
26.MAR.2001. Exerceu a Presidência do clube de Futebol Amador “Cetebe
Atlético Clube”, de 1975 até março de 2001, deixando-a para assumir a
Presidência do Grêmio Esportivo Atibaiense, para qual foi reeleito em março
de 2002 e 2004. Também foi Radialista Esportivo, exercendo a atividade no
rádio por mais de 15 anos, tendo por muitos anos comandado o Programa
Esportivo “Esporte em 60 Minutos”, na Rádio Atibaia AM.
Em 15.NOV.1982 disputou e foi
eleito pela primeira vez vereador à Câmara Municipal de Atibaia, sendo o
oitavo vereador mais votado e o sétimo de seu partido o PMDB com 509 votos.
Em 15.NOV.1988, após
seu primeiro mandato de vereador por seis anos, foi reeleito vereador
constituinte pelo PMDB. com 346 votos, sendo o 11º mais votado e o 3º do
partido. Foi relator da comissão de sistematização da Constituinte Municipal,
promulgada aos 04.ABR.1990.
No dia 08.JAN.1991
foi eleito com 10 votos contra 07, Presidente do Legislativo de Municipal
para o biênio 91/92. No mesmo ano recebeu o diploma de “melhor vereador de
1991”, através do diploma de destaque do ano no Poder Legislativo, fornecido
pelo Jornal do Interior, através de pesquisa realizada na cidade.
Em 17.DEZ.1992 foi
agraciado através do decreto municipal 2.837/92 com a mais alta condecoração
Municipal a comenda “Ordem Jerônimo de Camargo”, pelos relevantes serviços
prestados ao Município. Também em 1992 conduziu os trabalhos e promulgou a
Resolução nº 05, que dispõe sobre o Regimento Interno da Câmara de Atibaia
ainda em vigor.
Em 03.OUT.1992 foi
novamente reeleito vereador à Câmara Municipal, pelo PMDB, com 608 votos,
sendo o 5º mais votado e o primeiro da Coligação “Atibaia Viva”, formada
pelos partidos: PMDB/PDT/PT/PV
Em 12.DEZ.1994 foi
novamente reconduzido a Presidência da Câmara Municipal com 12 votos, contra
05 em branco, para o mandato de um ano, pois após sua primeira gestão como
Presidente da Câmara Municipal alterou-se a Lei Orgânica do Municipal quanto
ao período de mandato da mesa, passando de dois para um ano. Em 1996 ocupou o
cargo de primeiro secretário da Mesa Diretora da Câmara.
Em 12.MAR.1995 foi
eleito Presidente da executiva Municipal do PMDB para o biênio 95/96 (mandato
prorrogado por mais um ano por decisão da Convenção Nacional do partido),
tendo ocupado anteriormente o cargo de Delegado do Partido por dois mandatos
consecutivos. Em 1996 ocupou a primeira secretaria da Câmara. Aos 19.OUT.1997
foi reeleito Presidente da executiva Municipal para mais um biênio (Outubro
de 97 a Outubro de 99).
Em 03.OUT.1996 foi
novamente reeleito vereador à Câmara Municipal, pelo PMDB, para seu quarto
mandato consecutivo, tornando-se o primeiro e único vereador eleito por
quatro mandatos consecutivos a ocupar uma cadeira no Legislativo Atibaiense
naquele mandato, com a votação de 599 votos, sendo o segundo mais votado do
partido e o oitavo entre os eleitos.
Em primeiro de
janeiro de 1997, Odair Bedore, foi novamente eleito Presidente do Legislativo
de Atibaia pela unanimidade dos 17 vereadores, feito inédito na história da
Câmara Municipal, além de ocupar pela terceira vez a Presidência da Câmara
num período de apenas seis anos consecutivos de mandato, em três
legislaturas. Aos 22.DEZ.2003 foi eleito pela quarta vez por nove votos a
oito, Presidente da Câmara Municipal de Atibaia para o mandato de 2004, sendo,
portanto quatro vezes presidente da Câmara Municipal (1991/92, 95, 97 e
2004).
Na sua gestão na
Presidência da Câmara Municipal foi feita a última reforma do Prédio e seu
espaço interno redistribuído, para o melhor atendimento da população e dos funcionários.
Publicou em junho de 1992 através da Câmara Municipal o livro “Atibaia, Ontem
e Hoje”, que traz um breve relato histórico da cidade no passado e na
contemporaneidade, além de trazer a nova Lei Orgânica do Município. Em 1999
ocupou a primeira vice-presidência da Câmara e no ano seguinte (2000) ocupou
pela segunda vez a primeira secretaria. Em maio de 2000 |