Luigi Bedore

 

            Luigi Bedore nasceu aos 10.SET.1858 na via (rua) Altura em Ospedaletto Euganeo, província de Padova, na região de Veneto no norte da Itália e foi batizado aos 12.SET.1858 na paróquia de S.João Batista de Ospedaletto sendo seu padrinho Luigi Bresan di Este e faleceu aos 10.SET.1949 em Genova para onde se mudou no final dos anos 20 ou começo dos anos 30. É o mais antigo membro da família Bedore com dados razoáveis para uma singela biografia. É muito provavelmente o 1º Bedore que pisou em solo brasileiro e é o tronco da primeira família Bedore imigrou para o Brasil, aonde chegou por duas vezes, a primeira em outubro de 1891 e a segunda em janeiro de 1892.

            Embora seja o tronco da primeira família Bedore que imigrou para o Brasil, Luigi Bedore retornou para Itália com sua família anos depois do desembarque, portanto das cinco famílias Bedore que imigraram para o Brasil, somente as descendentes de (Attilio de Jaboticabal, Ernesto e Guiseppe) permaneceram e constituíram grande descendência em solo brasileiro.

            Luigi Bedore é o pai do tronco da segunda família Bedore que se estabeleceu no Brasil (Ernesto Bedore) e irmão por parte de pai do tronco da terceira família Bedore que se estabeleceu no Brasil (Giuseppe Bedore).

            Era, segundo relatos familiares, grande artista da construção e tinha razoável situação financeira, tanto que retornou a Itália por duas vezes.

Elisabetta Rizzato

 

            Casou-se aos 09.MAR.1886 no Valli Mocenighe, em Piacenza D’Adige/PD, com Elisabetta Rizzato, nascida aos 20.JUL.1867 em Castagnaro, província de Verona, região de Veneto, filha de Ferdinando Rizzato e de Maria Cavallaro, nascida aos 05.JAN.1846 ou 18.ABR.1841 em Ospedaletto Euganeo e falecida aos 10.FEV.1928 também em Ospedaletto com 82 anos[1].

            Luigi Bedore é filho de Giovanni Battista Bedore “Gio Batta” e de Antonia Moretti, nascida aos 12.MAR.1830 em Valli Moncenighe/PD e falecida aos 05.JAN.1864 em Ospedaletto, filha de Francesco Moretti e de Teresa Stevanin.

 

GIOVANNI BATTISTA BEDORE

(Pai de Luigi e de Giuseppe, e avô de Ernesto)

 

            Giovanni Battista Bedore (pai de Luigi e de Giuseppe, o mais antigo membro da família Bedore biografado, ambos troncos de famílias no Brasil) nasceu aos 13.SET.1827 em Ospedaletto Euganeo, Gio Batta casou-se em primeiras núpcias com Antonia Moretti aos 27.SET.1849 em Este na paróquia de Prà di Este e em segundas núpcias com Anna Crivellaro aos 15.AGO.1864 também em Este na paróquia de Santa Maria Delle Grazie. A primeira esposa era mãe de Luigi e a segunda mãe de Giuseppe. Faleceu Giovanni Battista Bedore aos 20.FEV.1907 em Ospedaletto Euganeo com 79 anos de idade.

 

Ascendência de Giovanni Battista Bedore

 

Gio Batta, diminutivo de Giovanni Battista era filho de Giovanni Maria Bedore II, nascido aos 23.OUT.1776, e de Lucia Pavanello nascida aos 14.MAIO.1779, filha de Giuseppe Pavanello e de Francesca Mazucca, ambos naturais de Ospedaletto Euganeo e casados em Este, na paróquia de Santa Tecla aos 11.OUT.1814, neto paterno de Antônio Bedore, nascido em 1646, já falecido em 1814 e de Ângela Bontà, filha de Gio Batta Bontà. Giovanni Maria Bedore II faleceu em Ospedaletto aos 18.OUT.1852 com 76 anos de idade.

 

Antônio Bedore (avô paterno de Gio Batta- acima) era filho de Gio Maria, nome abreviado de Giovanni Maria Bedore I, nascido aos 14.JAN.1710 em Ospedaletto, este filho de Zuane Bedore. Zuane é o mesmo de Giovanni no dialeto Veneto (ver na nota de rodapé e noutro capítulo a continuação dessa ascendência)[2].

 

Luigi Bedore e suas imigrações

 

Luigi Bedore imigrou pela primeira vez ao Brasil partindo do porto de Genova aos 18.SET.1891 pelo vapor Washington. Chegou no porto do Rio de Janeiro aos 06.OUT.1891, com trinta e dois anos e veio sozinho para conhecer o novo mundo, a fim retornar a Itália para buscar sua família com maiores seguranças. Aos 10.OUT.1891 chegou de trem a hospedaria dos imigrantes em São Paulo. Após, aproximados dois meses retornou a Itália para buscar sua família.

            Aos 26.JAN.1892 Luigi Bedore imigrou pela segunda vez para o Brasil desembarcando no porto do Rio de Janeiro pelo vapor Solferino, desta vez acompanhado de sua esposa, Elisabetta Rizzato, três filhos: Ernesto, com quatro anos e meio, Teodolinda, com dois anos e meio e Ermenegildo, com um ano e a família de sua esposa composta de Ferdinando Rizzato, seu sogro, com 51 anos, Maria Cavallaro, sua sogra, com 46 anos, seus cunhados Amália, com 21 anos, Giovanni, com 18 anos, Ângela, com 10 anos e Valentino Queatiani, (sobrenome pouco legível no livro consultado) com 22 anos, seu cunhado pela certidão do Memorial do Imigrante, antigo Museu da Imigração e genro de Ferdinando Rizzato, segundo arquivo nacional do Rio de Janeiro, que consideramos mais correto.

            Após pouco mais de um mês, aos 28.FEV.1892 Ferdinando Rizzato acompanhado dos filhos: Amália, Giovanni, Ângela e Valentino, seu filho ou genro, deram entrada na hospedaria dos imigrantes em São Paulo. Um dia depois, 29.FEV.1892, Luigi Bedore, sua esposa Elisa, sua sogra Maria Cavallaro e os filhos: Ernesto e Ermenegildo também chegaram a Hospedaria dos imigrantes em São Paulo. Teodolinda, filha de Luigi Bedore, não deu entrada na Hospedaria em São Paulo, provavelmente porque falecera após o desembarque no Rio de Janeiro, ou ainda durante a viagem, embora conste seu nome da relação dos imigrantes no vapor. Possivelmente foi vítima de uma epidemia que deve ter ocasionado a permanência das duas famílias (Bedore e Rizzato) por pouco mais de um mês no Rio de Janeiro. Segundo relatos familiares, Luigi Bedore tivera um ou dois filhos falecidos na viagem de chegada ao Brasil, contudo os documentos encontrados dão conta da morte de um dos filhos, Teodolinda, provavelmente, logo após o desembarque no Brasil, ou ainda durante a viagem, embora seu nome conste da relação de passageiros do navio que chegou ao Brasil; e a outra possível morte, a de Ermenegildo, na viagem de volta à Itália, pois nada se descobriu sobre seu paradeiro na Itália.

            Após pouco mais de três anos no Brasil (entre o final de janeiro de 1892, a março de 1895, se considerarmos a hipótese de Diamante ter nascido em Aulla, na Itália) ou após, no máximo, seis anos no Brasil (entre janeiro de 1892 a 1897, ano do nascimento de Angela Bedore, primeira filha do casal nascida em Ospedaletto após o retorno do Brasil; se considerarmos que Diamante tenha nascido no Brasil, conforme consta na sua certidão de casamento em Ospedaletto, onde consta “natural da América”) a família de Luigi e Elisabetta retornou a Ospedaletto Euganeo, após ter morado, segundo relatos familiares, também em Atibaia e segundo descobrimos em Campinas, no distrito de Sousa.

            Em Ospedaletto Euganeo, após o retorno do Brasil nasceram mais sete filhos do casal. Não descobrimos a data e local de falecimento de Elisabetta Rizzato na Itália; sabemos somente que ainda vivia em 1909 e que já era falecida em 1936. Como encontramos a certidão de óbito de Maria Cavallaro em Ospedaletto Euganeo, concluímos que a família Rizzato também retornou para Itália, provavelmente junto com a família Bedore.

            Luigi Bedore faleceu aos 18.SET.1949 com 91 anos de idade em Genova/GE, cidade para onde a família Bedore mudou-se provavelmente na segunda ou terceira década do século passado (entre 1916 a 1930). Está sepultado no cemitério staglieno.

 

 

Descendentes de Luigi Bedore e Elisabetta Rizzato

 

             Do casal Luigi Bedore e Elisabetta Rizzato descendem doze filhos:

 

            Capítulo 1º Ernesto Bedore (Tronco da 2ª família Bedore que se estabeleceu no Brasil)

            Capítulo 2º Teodolinda Bedore

            Capítulo 3º Ermenegildo Bedore

            Capítulo 4º Ida Bedore

            Capítulo 5º Diamante Bedore

            Capítulo 6º Angela Bedore

            Capítulo 7º Ettore Bedore

            Capítulo 8º Angela Bedore II

            Capítulo 9º Giuseppe Bedore

            Capítulo 10º Maria Bedore

            Capítulo 11º Ugo Bedore

            Capítulo 12º Giuseppe Bedore II

 

Ernesto Bedore

 

CAPÍTULO 1º

Ernesto Bedore

 

            Ernesto Bedore, ver adiante, breve biografia e descendência.

 

CAPÍTULO 2º

Teodolinda Bedore

 

            Teodolinda Bedore, nascida aos 03.MAR.1889 em Ospedaletto Euganeo e falecida provavelmente entre os meses de janeiro a fevereiro de 1892, durante a viagem ao Brasil ou logo após seu desembarque em 26.JAN.1892 no porto do Rio de Janeiro.

 

CAPÍTULO 3º

Ermenegildo Gregório Bedore

 

            Ermenegildo Gregório Bedore, nascido aos 25.OUT.1890 em Ospedaletto Euganeo/PD e faleceu no Brasil ou mais provavelmente durante a viagem de retorno a Itália.

 

CAPÍTULO 4º

Ida Bedore

 

Ida Bedore em duas fotos

 

            Ida Bedore, nascida aos 13.MAR.1893 no arraial de Sousas, distrito de Campinas/SP, durante a estada de sua família no Brasil (1892 a 1894 ou 1897). Foi batizada por Marco Procadello e Amália Rizzato, esta provavelmente sua tia. Casou-se com Pasquino Bergamini, segundo relatos familiares, casou duas vezes e não deixou descendentes. Ida faleceu aos 16.DEZ.1958 em Genova com 65 anos de idade, após sete dias do falecimento de seu irmão Ettore. Não deixou descendentes. Está sepultada no cemitério de staglieno.

 

CAPÍTULO 5º

Diamante Bedore

Elisabetta Vacca, Diamante Bedore, Roberto Vacca e Leopoldo Vacca

 

            Diamante Bedore, nascida aos 18.ABR.1895 em Aulla/MS, Província de Massa Carrara, na região da Toscana, segundo sua certidão de óbito expedida em Genova o que nos faz deduzir que veio a nascer quando sua família deveria estar a caminho da cidade de Opedaletto após desembarcar no porto de Genova recém chegada do Brasil (esta informação não foi confirmada pela comune de Aulla/MS). Todavia, sua certidão de casamento consultada na Paróquia de Ospedaletto nos informa que Diamante era natural da América (Brasil). Casou-se aos 30.OUT.1915 em Ospedaletto Euganeo com Leopoldo Vacca, que segundo relatos familiares era chefe de uma estação de trens em Genova, nascido aos 06.MAIO.1891 em Vietri Sul Maré, Província de Salermo e falecido aos 27.MAIO.1977 em Genova. Diamante faleceu aos 03.MAIO.1969 em Genova com 74 anos de idade, está sepultada, juntamente com seu marido e sua filha Elisa no cemitério coronata em Genova. Teve:

 

            Nº 01 Elisabeta Vacca, nascida aos 27.SET.1916 em Este/PD e falecida aos 06.ABR.1941 em Genova com 24 anos de idade. Faleceu solteira e sem descendentes e está sepultada no cemitério coronata.

 

            Nº 02 Roberto Vacca, nascido provavelmente na segunda década do século passado era advogado, sem informações.

 

CAPÍTULO 6º

Ângela Bedore

 

            Angela Bedore, nascida aos 24.08.1897 em Ospedaletto Euganeo e aí falecida aos 04.09.1897.

Ettore Bedore e sua esposa Emilia Montanari

 

CAPÍTULO 7º

Ettore Bedore

 

            Ettore Bedore, nascido aos 14.AGO.1898 em Ospedaletto Euganeo/PD. Casou-se aos 17.OUT.1931 em Genova com Emilia Montanari, nascida aos 16.JUL.1906 em Genova e aí falecida em 1985. Era motorista de táxi em Genova. Ettore faleceu aos 09.DEZ.1958 em Genova com 60 anos de idade, está sepultado no cemitério staglieno. Deixou único filho:

 

Da esq. p/ dir. Uma cunhada de Ettore, Ida, o patriarca Luigi, Emilia Montanari e seu esposo Ettore Bedore e a criança à frente Flávio

 

            Nº 01 Flavio Luigi Bedore, nascido aos 26.SET.1932 em Genova/GE aí casou-se aos 25.MAR.1968 com Ilda Gregorini, viúva do senhor Buongirolami com quem teve uma filha: Donatella Buongirolami, nascida em Milão aos 20.MAR.1960 e residente em Genova. Ilda Gregorini faleceu aos 21.FEV.1998 também em Genova. Flávio Luigi Bedore faleceu aos 21.JUL.1983 em Genova com 51 anos de idade, sem deixar descendentes e está sepultado no cemitério velho da cidade de Sesto San Giovanni, na grande Milano, na cripta da família de sua esposa.

 

CAPÍTULO 8º

Ângela Bedore II

 

            Angela Bedore II, nascida aos 23.JUN.1900 em Ospedaletto Euganeo. Sem informação, provavelmente faleceu menor.

 

CAPÍTULO 9º

Giuseppe Bedore

 

            Giuseppe Bedore, nascido aos 23.NOV.1901 em Ospedaletto Euganeo e aí falecido aos 23.OUT.1902.

 

 

 

CAPÍTULO 10 º

Maria Bedore

 

            Maria Bedore, nascida aos 18.FEV.1904 em Ospedaletto Euganeo e aí falecida aos 04.JAN.1905 na via (rua) Tresto, portanto, muito provavelmente o casal Luigi Bedore e Elisabetta Rizatto moraram na via Tresto do município de Ospedaletto.

 

CAPÍTULO 11º

Ugo Bedore

 

Ugo Bedore

 

            Ugo Bedore, nascido aos 20.ABR.1905 em Ospedaletto Euganeo. Casou-se com Annunciata Sperati, aos 03.MAIO.1936 em Genova onde veio a falecer aos 06.JUL.1987. Ugo era cantor de música lírica em Genova, segundo relatos familiares, e artista segundo sua certidão de óbito. Ugo faleceu aos 11MAIO.1961 no hospital San Martino em Genova com 56 anos de idade, ambos sepultados no cemitério staglieno. Não deixou descendentes.

 

CAPÍTULO 12º

Giuseppe Bedore II

 

            Giuseppe Bedore II, nascido aos 04.FEV.1909 em Ospedaletto Euganeo e falecido aos 24.JUN.1909.

 

CAPÍTULO 1º

Ernesto Bedore

 

            Ernesto Bedore, tronco da segunda família Bedore que se estabeleceu no Brasil e primogênito do primeiro Bedore que imigrou para o Brasil – Luigi Bedore. Nasceu aos 22.MAR.1887 em Ospedaletto Euganeo/PD e foi batizado na paróquia de S. Giovanni Battista com o nome de Ernesto Giuseppe Federico Bedore. Imigrou pela primeira vez ao Brasil com seus pais e irmãos, onde viveu entre 26.JAN.1892 a março de 1895 ou, no máximo 1897, ou seja, por pouco mais de três anos ou no máximo seis anos. De volta a Itália, segundos relatos familiares, quando jovem foi morar na Alemanha, onde exerceu sua profissão de construtor, trabalhando numa reforma de um convento ou mosteiro.

            Ao retornar para Itália casou-se aos 01.MAR.1908 em Ospedaletto Euganeo/PD com Virginia Basso, nascida aos 04.AGO.1886 em Este/PD e batizada em Ospedaletto Euganeo aos 08.AGO.1886, filha de Domenico Basso e de Amália Visentin, neta paterna de Matteo Basso e de Maria Fedre e neta materna de neta materna de Luigi Visentin e de Maria Valenti (ver Título Basso).

            Cinco anos após casar-se, Ernesto Bedore voltou ao Brasil com sua família (esposa e dois filhos: Maria e Achille), imigrando-se, portanto, pela segunda vez aos 12.JUN.1913, partido do porto de Genova pelo vapor Re Vitório.

            No Brasil, Ernesto morou em várias cidades como: São Carlos, Bauru, Penápolis e Pirajuí, até estabelecer-se definitivamente em Getulina/SP no início da década de trinta.

            Em Getulina, além de exercer sua profissão de construtor, Ernesto também adquiriu uma propriedade rural (uma pequena fazenda) no bairro de Gavanherí e dedicou-se principalmente ao cultivo de café.

            Ernesto Bedore faleceu subitamente aos 23.MAIO.1957 em sua propriedade em Getulina com 70 anos de idade. Bem antes de sua morte, a maioria de seus filhos não mais residiam em Getulina, razão pela qual decidiu-se, após sua morte, vender a propriedade da família, passando então, a viúva, Virginia Basso, a morar com vários de seus filhos, vindo a falecer na casa de sua filha caçula em São Paulo, capital, aos 26.OUT.1972 com 86 anos de idade.

 

Virginia Basso e Ernesto Bedore

 

            Do casal Ernesto Bedore e Virgínia Basso, descendem nove filhos, sendo os três primeiros nascidos em Ospedaletto Euganeo/PD e os demais em cidades do Estado de São Paulo. São eles:

 

            Nº 01 Maria Bedore in Sellari

            Nº 02 Gersomi Bedore

            Nº 03 Achile Bedore

            Nº 04 Ugo Bedore

            Nº 05 Gino Bedore

            Nº 06 Dias Bedore

            Nº 07 Joaquim Bedore

            Nº 08 Oscar Bedore

            Nº 09 Ida Bedore in Sellari

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Maria Bedore Sellari

 

            Nº 01 Maria Bedore Sellari, primeira filha do casal Ernesto e Virginia, nascida aos 15.JAN.1909 em Ospedaletto Euganeo, casada no Brasil com Domingos Sellari, italiano natural da Calábria, nascido aos 05.MAIO.1905 e falecido em Getulina na década de setenta. Faleceu Maria aos 26.DEZ.1991, com quase 83 anos de idade em Getulina, pouco mais de três meses após o falecimento de seu irmão Hugo. Encontra-se sepultada no Cemitério Municipal de Getulina. Teve cinco filhos:

            1.1. Inês, nascida em Getulina em 1930, casada em primeira núpcias com Isac Soares de Oliveira, falecido e em segunda núpcias com João Valentin, residente em Conchas/SP. Teve:

                        2.1. Néusa, casada com José Lourenço de Souza, residente em Biritiba-Mirim/SP. Teve:

                                   3.1. Elizandra, casada com Paulo.

                                   3.2. Vanesa.

                                   3.3.Everton.

                        2.2. Neide, c.c Joaquim dos Anjos Miguel, residente em São Paulo. Teve:

                                   3.1. Anderson.

                                   3.2. Alberto.

                                   3.3. Adriano.

                        2.3. Neuza, casada com Paulo Manoel de Lima, residentes em Conchas/SP. Teve:

                                   3.1. Andressa.

                                   3.4. Neiva, casada com Carlos Estevam Rodrigues, residentes no bairro da Penha em São Paulo. Teve:

                                   3.1. Tamires.

            1.2 Abílio, nascido em Getulina aos 22.FEV.32, casado com Nelze Auguste Oliveira Sellari, pedreiro e construtor aposentado, reside desde 1989 em Tuiuti/SP, onde possui uma propriedade rural. Teve:

                        2.1. Suzete, nascida em 1954, viúva, residente na Praia Grande/SP. Teve:

                                   3.1. Jhulis, nascido em 1986;

                                   3.2. Juliana, nascido em 1989.

                        2.2. Marlene, nascida em 1956, viúva, dentista e bio-médica, residente em Cotia/SP.

                        2.3 Nizete, nascida em 1959, formada em turismo, solteira, residente em São Paulo;

                        2.4. Lilian Margarete, nascida em 1962, química, solteira, residente na Praia Grande.

            1.3. Florinda, nascida em 1935, residente em Getulina fora casada com Alcides Viviani, nascido aos 28.AGO.1930 e falecido aos 19.ABR.2002, sendo sepultado no túmulo de Ernesto Bedore no cemitério municipal de Getulina/SP. Teve:

                        2.1. Vanderlei, casado com Sueli Aparecida Scalone. Teve:

                                   3.1. Soila.

                                   3.2. Daniela.

                        2.2. Vanderli, solteiro.

                        2.3. Ivonete Viviani, casada com Ailton Caldino da Silva.

                        2.4 Tânia Maria, casada com Agnaldo Regiani. Teve:

                                   3.1. Fabiano

                                   3.2. Fernanda (gêmeos).

            1.4. Diolinda, casada com Anésio Galdino da Silva, comerciante, residentes em Getulina/SP. Teve:

                        2.1. Silvia, divorciada, residente em Getulina/SP. Teve:

                                   3.1. Fernando, nascido em 1982.

                                   3.2. Odair, comerciante, divorciado, residente em Getulina/SP. Teve:

                                               4.1. Fabriza Olímpia.

            1.5. Helena, falecida em Getulina com 17 anos, sem descendência, onde encontra-se sepultada.

 

            Nº 02 Gersomino Stefano Romolo Bedore, nascido aos 22.MAIO.1911 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí falecido aos 15.OUT.1911 com quase cinco meses na via Altura. Diz a tradição oral familiar que Gersomino morreu de tanto chorar, após ter sido deixado aos cuidados de uma empregada que deixou-o sozinho.

 

Achille Bedore

 

            Nº 03 Achille Bedore, tronco da famíia em São Paulo, nascido aos 06.OUT.1912 em Ospedaletto Euganeo. Casou-se no Brasil com Benedita Fernandes de Lima, nascida aos 28.MAIO.1915 em Mocooca/SP e falecida aos 03.MAR.03.2002 em São Paulo. Achille faleceu aos 11.JUL.1978 em São Paulo com quase 66 anos de idade e está sepultado no cemitério da Saudade de São Miguel Paulista. Teve sete filhos:

            1.1 Rau Bedore, nascido em Lins/SP aos 04.ABR.34 e falecido solteiro aos 27.AGO.1985 com 51 anos de idade, sem descendência.

 

Arthur Bedore em frente à casa que pertenceu a família de Domenico Basso , entre Este e Ospedaletto, perto Della Torre

 

            1.2. Arthur Bedore, nascido em Getulina/SP aos 20.NOV.35, solteiro, aposentado da Eletropaulo, residente em São Paulo, sem descendência. Esteve com Adriano Bedore visitando toda Itália, inclusive Ospedaletto Euganeo, terra natal de seu pai em 2002/03/04  e também em 2005.

 

Os primos Luiz, Arthur, Isaias, Paulo, Odair, Osvair e Elias em Igaratá/SP em 2003

 

            1.3. Luiz Bedore, nascido em Getulina em 1937, aposentado da Eletropaulo, viúvo de Esmeralda Perez, falecida em novembro de 1997, residente na Vila Ema em São Paulo. Teve:

                        2.1. Rosimeiri, nascida em 1966, funcionária da Eletropaulo, divorciada. Teve:

                                   3.1. Gabriela, nascida em 1989;

                                   3.2. Giovana, nascida em 1996.

                        2.2. Rodinei, solteiro.

            1.4. Irene Bedore, nascida em Londrina/PR em 1942 com Carlos Nunci, residente em São José dos Campos/SP. Teve:

                        2.1. Elaine, solteira, bibliotecária, funcionária da Embraer, residente em São José dos Campos.

                        2.2 Eliana, c.c João Márcio, residente em Guarulhos/SP. Teve:

                                   3.1. João Henrique, nascido em 1996.

                        2.3. Carlos Nunci Júnior, nascido em janeiro de 1969, solteiro, residente em São José dos Campos/SP.

            1.5. Ilde Bedore, nascida em 1949 em Adamantina e registrada em Getulina, casada aos 28.SET.1968 na Penha com Antônio de Andrade, nascido aos 07.JUL.1947 e falecido aos 20.JUN.2005. Ilde reside na Vila Ré em São Paulo. Teve:

                        2.1. Antônio Marcos, nascido em fevereiro de 1970, funcionário dos correios.

                        2.2. Ronaldo, nascido em 1972.

                        2.3. Rogério, nascido em 1977, bancário, acadêmico de ciências da computação.

            1.6. Isaias Bedore, nascido em 1950 em Getulina, casado aos 05.OUT.2000 com Débora Lourenço da Silva. Isaias é aposentado da Eletropaulo e residente em São Paulo.

            1.7. Elias Bedore, nascido em 1952 em Getulina, divorciado, e aposentado da Eletropaulo. Teve:

                        2.1 Eduardo Prieto Bedore, nascido em 11.MAR.1977, solteiro, acadêmico de direito.

 

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Hugo Bedore e sua esposa Maria Barros

 

            Nº 04. Hugo Bedore, nascido em São Carlos aos 25.SET.1914, foi o primeiro filho nascido no Brasil. Casado com Maria Barros, nascida em maio de 1917 em Pirajuí/SP. Faleceu Hugo aos 18.SET.1991 em Araçatuba/SP com 77 anos de idade, na cidade onde residia, sendo sepultado no Cemitério Municipal de Lins/SP. Teve um único filho:

            1.1 Nelson Barros Bedore, tenente reformado do exercito, solteiro, nascido aos 23.JAN.1942, sem descendência. Reside com sua mãe em Lins/SP.

Oscar, Iride e Gino Bedore

 

            Nº 05 Gino Bedore, tronco da família em Lins/SP é o mais velho dos Bedore descendentes de Ernesto, nascido aos 13.AGO.1917 in Bauru/SP, aposentado, casado em Cafelândia/SP com Maria Bunija Rodrigues, filha de espanhóis, residentes em Lins. Teve quatro filhos:

            1.1 Aparecida Bedore Gardinal, nascida em 1941, casada com Mário Gardinal, advogado e contador, falecido aos 16.FEV.2003, residente em Lins. Teve:

                        2.1 Mário Luiz Gardinal, advogado, casado com Andréa, residentes em Lins/SP. Teve:

                                   3.1. Mário Victor, nascido em 1994.

                                   3.2. Aline, nascida em 1996.

            1.2. Oswaldo Bedore, nascido em 1944, casado com Ivone de Andrade, faleceu aos 02.OUT.2000 em Lins/SP onde residia com 56 anos de idade. Teve:

                                   3.1 Marcelo.

                                   3.2 Milena.

            1.3. Paulo Bedore, casado com Ernesta Borghetti, residente em Marília/SP, bancário, nascido em 30.MAIO.1952 e falecido subitamente aos 13.AGO.1996 c. 44 anos de idade em Marília onde encontra-se sepultado. Teve:

                        2.1 Renata, médica veterinária, casada com Rogério Moretti Fioroni. Teve:

                                   3.1. Lucas, n. aos 07.JUL.23003

                        2.2 Guilherme, fisioterapeuta, c.c Thais Garcia Barrinha Pires. Teve:

                                   3.1. João Pedro P. Bedore, n. aos 24.MAR.2002.

                                   3.2. Isabele P. Bedore, n. aos 27.JUL.2004.

            1.4. Sérgio Bedore, nascido em 1952, solteiro, reside com seus pais em Lins, sem descendência.

 

Iride, Creusa, Oscar e Dias Bedore

 

            Nº 06 Dias Bedore, tronco da família em São Caetano/SP, nascido aos 28.FEV.1920 em Penápolis/SP, faleceu com 83 anos e oito meses aos 20.OUT.2003 em São Bernardo dos Campos/SP, sendo sepultado no cemitério Municipal de São Miguel Paulista na grande São Paulo. Casou-se em Getulina aos 04.JUL.1947 com Maria Aparecida. Foi “pracinha” da Força Expedicionária Brasileira; embarcou para Itália em 1944 no 1º Escalão da Força Expedicionária Brasileira - FEB, na qualidade de soldado. Pelos relevantes serviços prestados à Pátria, no cumprimento do dever cívico, foi condecorado com Medalha de Campanha e respectivo diploma. Foi recebido em Getulina no retorno da expedição brasileira na Itália com grande e memorável festa, mudando-se da cidade muitos anos depois. Residente em São Caetano/SP. Teve três filhos:

            1.1. Neusa Bedore, nascida em 1948, casada com Edirso Moro. Teve:

                        2.1. Rodrigo Moro, acadêmico de direito.

                        2.2. Tatiane Kelly Moro, acadêmica de direito, n. aos 02.JUN.1981.

            1.2. Rubens Bedore, nascido em 1951, casado com Rute Zia, residente em São Caeteno/SP. Teve:

                        2.1. Roberta, nascida em 1981.

                        2.2. Renata, nascida em 1981 (gêmeas), acadêmicas de administração e ciências contábeis.

            1.3. Creusa Bedore, nascida aos 21.MAIO.1953, casada, residente em São Caetano/SP. Teve:

                        2.1. Eduardo Pavão, nascido aos 21.JUN.1987.

 

            Nº 07 Joaquim Bedore, nascido em 1922 em Pirajuí/SP e falecido em Lins/SP em 1941, com 19 anos de idade, tendo sido sepultado naquela cidade, sem geração.

 

            Nº 08 Oscar Bedore, tronco da família em Atibaia/SP, ver adiante, breve biografia e descendência.

 

Oscar Bedore convalecente de um avc e sua irmã caçula Ida Bedore Sellari

 

            Nº 09 Ida Bedore Sellari, nascida aos 12.OUT.32 em Getulina/SP, casada com Dionísio Sellari, primo de Domingos Sellari, que casou-se com sua irmã mais velha, Maria Bedore Sellari, falecido em 1976 em São Paulo; residente na Vila Talarico em São Paulo, capital. Teve uma única filha:

            1.1. Damares Sellari Espósito, nascida em 1962, professora, casada com Paulo Sérgio Espósito, Engenheiro, residentes em São Paulo, capital. Teve:

                        2.1. Alan, engenheiro, nascido em 1980.

                        2.2. Renan, nascido aos 09.MAIO.1986, acadêmico de marketing da USP.

 

Adriano, Iride, Oscar e Janaina na cerimônia de bodas de ouro

 

            Nº 08 Oscar Bedore, tronco da família em Atibaia/SP, nascido aos 04.ABR.24 em Pirajuí/SP foi pedreiro e construtor civil, atividade que exerceu por longos anos, até mesmo, após seu ingresso e posterior dedicação ao Ministério Evangélico. Morou em Getulina desde o começo da década de 30, onde passou sua infância, mudando-se já casado e com seu primeiro filho, Osvair, recém nascido, para São Paulo no final de 1945 ou começo de 1946 a procura de melhores condições de trabalho. Com exceção de seu irmão Dias que deixou Getulina para participar da 2ª guerra mundial na Itália, Oscar foi o primeiro dos irmãos que deixou Getulina em direção a São Paulo sendo seguido posteriormente pelos irmãos, Achille e Hugo, que também moraram em Londrina/PR, bem como de outros membros da família Bedore que também deixaram Getulina.

 

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Oscar Iride casando-se e na melhor idade

 

                        Casou-se aos 29.JUL.1944 em Getulina/SP com Iride Bacchiega, nascida aos 04.SET.1923 em São José do Rio Preto e falecida aos 11.JAN.1997 em Atibaia; filha de José Bacchiega, (ver Título Bacchiega) e de Ida Bassi (ver Título Bassi).

                        Em São Paulo o casal Oscar e Iride residiram principalmente no bairro da Penha, onde em 1948 já haviam construído sua casa, tendo nascido na capital do Estado seus filhos: Maria Helena, Odair e Paulo. Em 1951/2 Oscar converteu-se a doutrina Evangélica, meses após a conversão de sua esposa. Logo após, já ocupava na Congregação da Igreja Assembléia de Deus do bairro da Penha em São Paulo, capital, várias funções litúrgicas da igreja, tendo sido membro fundador da Igreja em Curuça, região de São Miguel Paulista. Em março de 1954 foi convidado pela direção estadual da Igreja para dar início ao trabalho de evangelização no sul do Estado de Minas Gerais. A Assembléia de Deus é um ministério evangélico fundado no Brasil na primeira década do século passado, por missionários suecos e hoje reúne o maior número de templos e fiéis entre os evangélicos pentecostais no Brasil.

                        Conjuntamente com sua esposa decidiu aceitar o convite e dedicar-se ao trabalho religioso, como pioneiro na evangelização no sul de Minas Gerais.

                        Em 1954 mudou-se então provisoriamente para Camanducáia/MG e logo em seguida estabeleceu-se definitivamente em Cambuí/MG, onde fundou o trabalho de evangelização. Foi de sua iniciativa a idealização e construção da primeira Igreja “Assembléia de Deus”, na cidade de Cambuí, bem como nas cidades vizinhas. Permaneceu naquela cidade até 05.DEZ.1964, ou seja, por dez anos. Em Cambuí, após anos de dedicação ao trabalho evangélico, tornou-se pessoa muito respeitada e querida na cidade, tanto no meio evangélico como no meio social. Também em Cambuí nasceram seus dois últimos filhos: Marcos e Gerson.

 

Certificado de Ordenção à Pastor Evangélico de Oscar Bedore

 

                        Em 05.MAIO.59 foi ordenado (consagrado) a Pastor em Madureira, Rio de Janeiro/RJ, sede nacional da Igreja. Em 05.DEZ.64 foi transferido para a cidade de Atibaia, onde permaneceu, nesta primeira fase até 1971. Também idealizou e construiu o templo desta Igreja em Atibaia, local onde ainda hoje abriga a sede da região de Atibaia, localizado na Praça Piu XII, na principal entrada da cidade. Nesta praça, Oscar também morou por alguns anos, bem como, sua mãe Virginia Basso e sua sobra Ida Bassi. Em Atibaia também exerceu a função de Comissário de menores por vários anos. Em 1972 foi transferido para Pirassununga/SP, onde permaneceu até meados de 1974, ficando aproximadamente dois anos e meio naquela cidade, para onde transferiu-se somente com a esposa e o filho mais novo, Gerson, pois os demais decidiram permanecer em Atibaia, cidade que escolheram para viver e constituir suas famílias. Em meados de 1974 transferiu-se para a cidade de Jaboticabal/SP, permanecendo lá até 22.DEZ.74, ou seja, por menos de um ano. Em 23.DEZ.74 Oscar voltou para Atibaia depois de três anos da sua primeira estada e em primeiro de março do ano seguinte (75), tomara posse novamente como pastor Presidente da região.

                        Oscar Bedore, permaneceu à frente da Igreja em Atibaia e região, como Pastor Presidente até 14.FEV.95, quando em virtude de um AVC popularmente chamado de derrame ocorrido em 13 de janeiro daquele mesmo ano, ficou impossibilitado de permanecer na frente do trabalho por problemas de saúde (perdeu sua fala). Portanto o Pastor Oscar Bedore permaneceu, por vinte e sete anos como Pastor Presidente em Atibaia, sete anos na primeira fase e vinte anos na segunda, totalizando 41 anos de trabalho como dirigente evangélico, sendo por quase 36 anos como Pastor. Foi juntamente com seus filhos um dos primeiros moradores do Bairro Jardim Brasil em Atibaia, no final da década de 60. Oscar Bedore faleceu às 21:45 h. do dia 09.MAIO.2004 na Unidade de Terapia Intensiva após vários período de internação no Hospital Novo durante todo o ano de 2004.

 

Da esq. p/ dir. Sônia, Odair, idalina, Marcos, Joana, Gerson, Izilda, Paulo, Eva e Osvair

 

                        Do casal Iride Bachega e Oscar Bedore, descendem seis filhos:

 

            1.1 Osvair Bedore, nascido aos 02.MAIO.1945 em Getulina/SP. Foi funcionário da Sabesp, empresa estatal responsável por quase todo abastecimento de água no Estado de São Paulo, desde 1974. Casou-se com Eva Franco Bedore, natural de Atibaia aos 04.JAN.1974, filha de José Franco e Joana Miguel de Camargo, já falecidos. Mora no bairro Jardim Brasil em Atibaia. Teve:

                        2.1 Alisson Bedore, nascido aos 23.DEZ.1974 em Atibaia, advogado.

                        2.2. Evelyn Bedore, nascida aos 19.JAN.1977 em Atibaia, funcionária pública Municipal, acadêmica de administração de empresas da FAAT.

                        2.3. Aline Bedore, nascida aos 25.MAR.1981 em Atibaia, aí casou-se em dezembro de 2000 com Márcio Roberto Fukuyama. Teve:

                                   3.1. Vinicius Bedore Fukuyama, nascido aos 04.JUL.2001.

                        2.4. Rodrigo Franco Bedore, nascido aos 20.MAIO.1982 em Atibaia.

            1.2. Maria Helena Bedore, nascida aos 13.AGO.1947 em São Paulo e aí falecida aos 13.SET.1948 com 13 meses de idade, estando sepultada no cemitério da quarta parada.

            1.3. Odair Bedore, ver adiante, breve biografia e descendência.

            1.4. Paulo Bedore, nascido aos 03.AGO.52 no bairro da Penha em São Paulo. Casado aos 20.DEZ.1975 com Izilda Carvalho Bedore, natural de Atibaia, filha de Benedito José de Carvalho e de Rosália de Moraes de Carvalho. Aposentado da Elektro, antiga “Cesp”, onde foi funcionário desde 1981. Residente no Bairro Jardim Brasil. Teve:

                        2.1. Sabrina de Cássia Carvalho Bedore, nascida aos 31.MAR.1977 em Atibaia. Professora primária e de educação física. Casou-se em 2000 com Ricardo Batista Zeni, engenheiro civil, natural de Atibaia. Teve:

                                   3.1. Lucas César Bedore Zeni, nascido aos 24.JUL.2000.

                                   3.2. Nicolas Bedore Zeni, nascido aos 24.MAR.2005.

                        2.2. Samanta Carvalho Bedore, nascida aos 11.FEV.1980 em Bragança Paulista/SP, enfermeira e funcionária pública Municipal. Morou por algum tempo em Cavallino di Venezia na Itália.

                        2.3. Samara Carvalho Bedore, nascida aos 30.ABR.1982 em Bragança Paulista/SP, professora e pedagoga. Teve:

                                   3.1 Paloma Bedore Louro, nascida aos 16.JUN.1997.

            1.5. Marcos Bedore, nascido aos 06.JUN.1954 em Cambuí/MG, provavelmente o primeiro Bedore nascido no Estado de Minas Gerais. Casado com Idalina Alves de Oliveira, natural de Atibaia, filha de Sebastião Alves de Oliveira e de Faustina Siqueira de Oliveira. Comerciante e pecuarista em Atibaia. Residente no bairro Recreio Estoril em Atibaia. Teve:

                        2.1 Marcos Paulo Bedore, nascido aos 07.SET.1975 em Atibaia e aí casou-se com Amábile Aparecida aos 30.MAR.2001, comerciante, residente no bairro Recreio Estoril. Teve:

                                   3.1. Vitória, nascida 20.ABR.2004.

                        2.2. Daniel Bedore, nascido aos 20.JUL.1980.

                        2.3. Fernando Henrique Bedore, nascido aos 25.DEZ.1982. Casou-se com Tânia Fragoso. Teve:

                                   3.1. Pedro Henrique Fragoso Bedore, nascido aos 13.FEV.2001 em Atibaia.

                        2.4. Denis Lucas Bedore, nascido aos 14.MAIO.1987.

            1.6. Gerson Bedore, nascido aos 05.DEZ.1960 em Cambuí/MG. Casado em primeira núpcias com Joana D’arc Escorpione e em segunda núpcias com Rosangela Serra. Técnico em química e micro empresário do ramo de transporte, proprietário da “TransBedore”. Residente no Bairro Jardim Brasil. Teve dois filhos com a primeira esposa e um com a segunda:

                        2.1 David Bedore, nascido aos 11.NOV.1982.

                        2.2. Débora Bedore, nascida aos 18.DEZ.1985.

                        2.3. Estevan Serra Bedore, nascido aos 08.SET.1999.

            1.3. Odair Bedore, nascido aos 05.AGO.1950 no bairro da penha, em São Paulo, capital. Casou-se em Atibaia aos 26.ABR.1973 com Sônia Maria de Carlos Bedore, nascida aos 07.JAN.1953 em Atibaia. Filha de Roberto De Carlo, e de Julieta Freitas De Carlo.

            Foi comerciante do ramo de pastelarias e posteriormente lotérica, além de outras atividades ligadas ao comércio e prestação de serviços. É técnico em química e cursou até o terceiro ano da faculdade de direito.

            Ingressou na política partidária em 1977 filiando-se ao MDB (Movimento Democrático Brasileiro), sendo em 1979 um dos fundadores do PP (Partido Popular) do saudoso ex-presidente da República Tancredo de Almeida Neves em Atibaia, partido que em 1980 fundiu-se com o MDB, resultando no hoje, PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro). Em 21.JUN.1990 filiou-se ao PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) retornando ao PMDB um ano e oito meses depois aos 24.FEV.1992, disputando assim todas as seis eleições, sempre pelo PMDB.

            Foi Conselheiro do Clube “Grêmio Esportivo Atibaiense” de 1978 a 1995, do qual é sócio desde 20.SET.1968, sendo sócio remido desde 1995, foi eleito presidente do Clube em 26.MAR.2001. Exerceu a Presidência do clube de Futebol Amador “Cetebe Atlético Clube”, de 1975 até março de 2001, deixando-a para assumir a Presidência do Grêmio Esportivo Atibaiense, para qual foi reeleito em março de 2002 e 2004. Também foi Radialista Esportivo, exercendo a atividade no rádio por mais de 15 anos, tendo por muitos anos comandado o Programa Esportivo “Esporte em 60 Minutos”, na Rádio Atibaia AM.

            Em 15.NOV.1982 disputou e foi eleito pela primeira vez vereador à Câmara Municipal de Atibaia, sendo o oitavo vereador mais votado e o sétimo de seu partido o PMDB com 509 votos.

            Em 15.NOV.1988, após seu primeiro mandato de vereador por seis anos, foi reeleito vereador constituinte pelo PMDB. com 346 votos, sendo o 11º mais votado e o 3º do partido. Foi relator da comissão de sistematização da Constituinte Municipal, promulgada aos 04.ABR.1990.

            No dia 08.JAN.1991 foi eleito com 10 votos contra 07, Presidente do Legislativo de Municipal para o biênio 91/92. No mesmo ano recebeu o diploma de “melhor vereador de 1991”, através do diploma de destaque do ano no Poder Legislativo, fornecido pelo Jornal do Interior, através de pesquisa realizada na cidade.

            Em 17.DEZ.1992 foi agraciado através do decreto municipal 2.837/92 com a mais alta condecoração Municipal a comenda “Ordem Jerônimo de Camargo”, pelos relevantes serviços prestados ao Município. Também em 1992 conduziu os trabalhos e promulgou a Resolução nº 05, que dispõe sobre o Regimento Interno da Câmara de Atibaia ainda em vigor.

            Em 03.OUT.1992 foi novamente reeleito vereador à Câmara Municipal, pelo PMDB, com 608 votos, sendo o 5º mais votado e o primeiro da Coligação “Atibaia Viva”, formada pelos partidos: PMDB/PDT/PT/PV

            Em 12.DEZ.1994 foi novamente reconduzido a Presidência da Câmara Municipal com 12 votos, contra 05 em branco, para o mandato de um ano, pois após sua primeira gestão como Presidente da Câmara Municipal alterou-se a Lei Orgânica do Municipal quanto ao período de mandato da mesa, passando de dois para um ano. Em 1996 ocupou o cargo de primeiro secretário da Mesa Diretora da Câmara.

            Em 12.MAR.1995 foi eleito Presidente da executiva Municipal do PMDB para o biênio 95/96 (mandato prorrogado por mais um ano por decisão da Convenção Nacional do partido), tendo ocupado anteriormente o cargo de Delegado do Partido por dois mandatos consecutivos. Em 1996 ocupou a primeira secretaria da Câmara. Aos 19.OUT.1997 foi reeleito Presidente da executiva Municipal para mais um biênio (Outubro de 97 a Outubro de 99).

            Em 03.OUT.1996 foi novamente reeleito vereador à Câmara Municipal, pelo PMDB, para seu quarto mandato consecutivo, tornando-se o primeiro e único vereador eleito por quatro mandatos consecutivos a ocupar uma cadeira no Legislativo Atibaiense naquele mandato, com a votação de 599 votos, sendo o segundo mais votado do partido e o oitavo entre os eleitos.

            Em primeiro de janeiro de 1997, Odair Bedore, foi novamente eleito Presidente do Legislativo de Atibaia pela unanimidade dos 17 vereadores, feito inédito na história da Câmara Municipal, além de ocupar pela terceira vez a Presidência da Câmara num período de apenas seis anos consecutivos de mandato, em três legislaturas. Aos 22.DEZ.2003 foi eleito pela quarta vez por nove votos a oito, Presidente da Câmara Municipal de Atibaia para o mandato de 2004, sendo, portanto quatro vezes presidente da Câmara Municipal (1991/92, 95, 97 e 2004).

            Na sua gestão na Presidência da Câmara Municipal foi feita a última reforma do Prédio e seu espaço interno redistribuído, para o melhor atendimento da população e dos funcionários. Publicou em junho de 1992 através da Câmara Municipal o livro “Atibaia, Ontem e Hoje”, que traz um breve relato histórico da cidade no passado e na contemporaneidade, além de trazer a nova Lei Orgânica do Município. Em 1999 ocupou a primeira vice-presidência da Câmara e no ano seguinte (2000) ocupou pela segunda vez a primeira secretaria. Em maio de 2000 recebeu da Ordem dos Parlamentares do Brasil a medalha Ulysses Guimarães (próxima foto).

 

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            Em 03.OUT.2000 foi novamente reeleito vereador pelo PMDB, com 1067 votos, sendo o terceiro mais votado entre os eleitos e o primeiro da coligação PMDB/PCdoB para exercer seu quinto mandato consecutivo, fato inédito na história da Câmara Municipal nos dois últimos séculos. Em 03.OUT.2004 disputou e perdeu as eleições para Prefeito pelo PMDB tendo como seu candidato a vice-prefeito o ex-prefeito Pedro Maturana, obtiveram cerca de 5.500 votos, completando em 31.DEZ.2004 22 anos ininterruptos de veerença em Atibaia.

            No exercício de seu mandato como vereador foi: vice-líder do PMDB em 82 a 86; membro da comissão de justiça e redação em 82/84, 93/94, 96 e 98/2001; membro da comissão de obas e serviços em 84/86 e 89/90; presidente da comissão de educação; líder da bancada do PMDB, 87/88, 93 e 89 a 06/90; líder da bancada do PSDB de 06/90 a 02/92; membro das comissões de administração pública e de sistematização da Assembléia Municipal Constituinte 89/90; relator da Assembléia Municipal Constituinte em 89/90 e elaborador do texto final da Lei Orgânica do Município; membro da comissão de saúde em 93 e líder do bloco majoritário em 98.

 

            Teve com Sônia Maria De Carlos Bedore seis filhos:

 

                        2.1.Adriano Bedore, nascido aos 11.JUL.1973 em Atibaia, é o 1º Bedore nascido na cidade, solteiro, advogado. Foi em 91/92, Presidente do Grêmio Estudantil “Major Alvim”, da escola de primeiro e segundo graus “Major Juvenal Alvim”. Foi Presidente da Executiva Municipal do PMDB de Atibaia no biênio 2000/01. Foi um dos pesquisadores, idealizadores e autores do livro “Famílias Ilustres e tradicionais de Atibaia” lançado em março de 2000 e é autor desta genealogia. Esteve três vezes na Itália (2001/02/03), disputou as eleições de 2004 à vereador obtendo 403 votos.

                        2.2. Janaina Bedore, nascida aos 29.AGO.1975.

                        2.3. Juliana Bedore, nascida aos 07.SET.1977 em Atibaia, professora primária e pedagogia formada pela FAAT.

 

 

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Da esquerda para direita Fábio, Lívia, Vinicius Odair com Maria Fernanda, Oscar, Adriano eFelipe com Maria Eduarda

 

                        2.4. Daniela Bedore, nascida aos 09.AGO.1979 em Atibaia. Teve com Fernando Ortiz Castanho, bisneto paterno de Florêncio Pires de Camargo, ex-Presidente da Câmara Municipal de Atibaia, abastado fazendeiro e membro da tradicional família Pires de Camargo:

                                   3.1. Lívia Maria Bedore Castanho, nascida aos 25.MAR.2002.

                        2.5. Eduardo Bedore, nascido aos 16.DEZ.1980.

                        2.6. Felipe Bedore, nascido aos 11.JUL.1983 em Atibaia. Teve com Patrícia Moghetti Oliveira:

                                   3.1. Maria Eduarda Moghetti Bedore nascida aos 24.JUN.2003.

                                   3.2. Maria Fernanda Moghetti Bedore nascida aos 24.JUN.2003.

 

 



[1] Elisabetta Rizzato era neta paterna de Antônio Rizzato e de Anna Chericato e neta materna de Bartolomeo Cavallaro e de Pasqua Simioni, segundo a certidão de nascimento de Elisabetta que consta os nomes de seus avós, mas segundo a certidão de batismo de Maria era ela filha de Domenico Cavallaro, esse filho di Giacomo e de Anna Morano essa filha de Francesco.

[2] A fim de facilitar a compreensão, uma vez que na Itália um nome próprio sempre era conservado e repetido por várias gerações numa mesma família, tal como aconteceu com a família Bedore nos séculos passados, vamos relacionar a ascendência de Ernesto e Giuseppe, ambos troncos de duas das três famílias Bedore que se estabeleceram no Brasil: ● (1) Ernesto (tronco da 2ª família Bedore que estabeleceu no Brasil) era filho de o de ● (2) Luigi, este irmão de Giuseppe (tronco da 3ª família Bedore que estabeleceu no Brasil), ambos filhos de ● (3) Giovanni Battista Bedore (*13.09.1827 + 20.02.1907), que era filho de ● (4) Giovanni Maria Bedore II (*23.10.1776 + 18.10.1852) que era filho de ● (5) Antônio Bedore (* 04.07.1746 e + já falecido em 1814), que era filho de ● (6) Giovanni Maria Bedore I (* 14.01.1710), casado com Maria Veronese, era filho de ● (7) Zoane ou Zuane Bedore II, (*08.03.1680) nome pronunciado no dialeto Veneto e que é equivalente a Giovanni, no idioma italiano e a João no nossa língua, que era filho de ● (8) Luca Bedore II (* 11.09.1650), casado com Marietta Mazucca, que era filho de ● Zuane Bedore I, (*28.08.1621) que era filho de ● (9) Vicenzo Bedore, casado com Fiori Curello aos 30.08.1598 era filho de ● (10) Lucca Bedore I. Portanto, a partir de Ernesto Bedore 1ª geração chegamos até a 10ª com Vicenzo Bedore, mais antigo Bedore na linha varonil e direta na ascendência dos Bedores descendentes de Luigi e Giuseppe.